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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
PCB EM DEFESA DAS NASCENTES DO RIO CASCAVEL!!!
É hora de ação
Até hoje, ambientalistas
foram derrotados na
luta pela preservação.
Agora, vamos à luta final
Salve o Rio Cascavel!
Viva o Rio Cascavel!
Esta é a mobilização mais importante de toda a história do movimento comunitário ambiental em Cascavel
Preservar o que ainda resta de mata nativa nos 50 metros ao redor de cada nascente do Rio Cascavel, no Parque Ecológico, é a missão de todo cidadão cascavelense consciente e o motivo central da atuação desse movimento, que está além dos partidos e das personalidades, integrando-se ao propósito de constituição de uma Frente Anticapitalista pluralista.
Seguindo a máxima socialista “de cada um segundo a sua possibilidade”, os comunistas convocam os cidadãos a se manifestar em favor da proteção das nascentes do Rio Cascavel.
Pessoalmente, podem enviar cartas à Prefeitura e aos vereadores. Mas devem agir principalmente por meio de suas entidades profissionais, clubísticas, confissões religiosas, escolas, sindicatos.
A proposta central é impedir a construção de um mega-shopping sobre dezenas de nascentes e a destruição de centenas de árvores nativas que deveriam estar somadas pelo menos desde 2002 ao Parque Ecológico Paulo Gorski.
Caberia à Prefeitura comandar um amplo entendimento em torno da destinação de uma nova área para o shopping, determinar a proteção incondicional das nascentes do Rio Cascavel e recuperar os termos do decreto 5.734, de 21 de dezembro de 2002.
Esse decreto, o mais importantes do projeto Cidade das Águas, determinava a desapropriação de áreas de fundo de vale nos arredores do Parque Ecológico para fins de preservação e educação ambiental.
Segundo o decreto, dez imóveis próximos ao Rio Cascavel, perfazendo um total 1.637.691.12 m², seriam anexados por desapropriação ao Parque Ecológico Paulo Gorski.
O mais importante decreto do programa Cidade das Águas, no entanto, foi revogado sem a menor justificativa plausível.
Os recursos não aplicados nessa desapropriação vital para a preservação do Rio Cascavel e ampliação do Parque Ecológico foram depois desperdiçados em obras supérfluas de “revitalizações” e até com o pagamento indevido de uma dívida inexistente, como no Caso da Praça Wilson Joffre, e gastos determinados pela incompetência da Prefeitura, como no caso do Calçadão.
Todo cidadão e as entidades comunitárias que tenham respeito e consideração a Cascavel precisam tomar posição firme em defesa do Rio Cascavel, principal símbolo da cidade.
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Aqui vocês falam, divulgam, criticam e opinam. Porém, não conseguem ANALISAR da forma CORRETA os problemas os quais são criticados. Apenas, lamento.
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